Ganhei de todo mundo na geneiedade.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Futilidade.

Racha na Marginal Pinheiros













Futilidade é a mais marcante característica daquelas pessoas que, tendo toda a vida em volta por observar, não conseguem ater-se a nada mais que a realização de um capricho inútil.
Lcc

16 comentários:

  1. Bem colocado teu pensamento em palavras! Uma pena mesmo!! abraços, tudo de bom,chica

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uma pena, de fato. Pois o fútil, numa esquina do mundo, quando se cruza com um inocente, acaba se tornando o absurdo de que o inocente perde a vida que tinha, e o parvo permanece com a vida que não tem... Abraçosssssss

      Excluir
  2. Vivemos um mundo assim...

    bjokas =)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vivemos num mundo egocêntrico, forrado de egoístas, e não há que questionar o papel fundamental e a reciprocidade que a futilidade e o egocentrismo apresentam. Infelizmente, o Estado induz ao caos, porque o Estado propõe um Nirvana em que tudo vai ser feito de acordo com a vontade de cada um. Então, o racha mata, a polícia prende, a Justiça solta, o pacato cidadão fútil e vazio da cabeça vai para outro racha. E nós? Nós vamos nos esquivando!...

      Excluir
  3. E eu ñ consigo ñ lamentar a oportunidade de viver uma vida de verdade, que pessoas assim desperdiçam. Uma pena!!!

    Andei sumida e sem inspiração, voltando aos poucos! Saudade de "te ler", moço! Beijinhos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Verdade! É sofrível e lamentável todo desperdício. Que diremos do desperdício da vida??? Quanto custa a cada família 'salvar-se' da dor da perda!!
      Que bom que tua inspiração está de volta!!! Estive muitíssimo ocupado, mas agora melhorou. Beijosssssssssssss

      Excluir
  4. Bem verdade tua afirmação. Muitos se deixam cegar com 'loucuras', quando o que vale mesmo a pena ser vivido é descartado ou vivido mal. Muitos anseios respondem mesmo como capricho inútil. Triste realidade.
    Beijos, rapaz

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. De fato, a inconcebível troca do que é belo, importante ou necessário pelo que é fútil e perigoso só pode significar que alguns não estão prontos para a vida. Tristes pessoas. Beijossssssss

      Excluir
  5. É mesmo verdade :s
    r: Muito, muito obrigada!! :D

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pena que só entendem como verdade os que não jogam a sua vida e a dos outros fora. Os que jogam, continuarão achando divertido o que é, na verdade, imbecil. Pena. Beijossssssss

      Excluir
  6. Essa é uma verdade irrefutável. Parabéns.
    Abraços.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Agradeço-te! Quem se distrai com rachas, como com as demais coisas fúteis, padece miseravelmente de uma doença crônica e mortal: é preciso ser fútil para fazer coisas fúteis. Para deixar de fazê-la, deixando de ser fútil, seria necessário sofrer na pele o que causa na pele de outros. Assim, alguém que pratica rachas, além de ferir e matar pessoas, só deixará de ser fútil quando ficar aleijado ou quando morrer. Que destino! Grande abraço, meu amigo

      Excluir
  7. Da mesma inutilidade do jogo, da paixão, da arte, a que se refere... ?

    Entendo do que falas, vejo esta imagem que postastes e outras mais que nos exemplificam o sentimento de futilidade, mas não levaria por este caminho a análise da superficialidade dos gestos, das vontades, dos desejos. Já que desta maneira, todo ato humano de observação, de deleite, de prazer, que não se prestasse a produzir algo "útil" seria colocado em xeque.

    Difícil é a conexão com o que nos toca e com o que gostaríamos de ver tocar o mundo. A partir desta conexão é que passamos a relativizar e/ou ampliar nossos desejos e vontades.

    Para muitas pessoas, quase sempre tão distantes do que representam e a si no todo, dificilmente questionamentos sobre a utilidade de suas ações, desejos, levam em conta a continuidade destes como algo construtivo. O "cair em si" acontece apenas quando encontram-se em situações de fragilidade, pressão, e então se veem obrigadas a questionar o reflexo ou reverberação de suas ações, de seus gestos, em seu entorno.

    Caprichos por caprichos, cada qual com os seus, são todos "inúteis", se com útil se pretende compreender às necessidades de todos; e úteis todos, se prestam-se a discussões e análises como estas.

    Ou não. rs.

    Gostei muito de teus escritos.

    Beijo no coração.
    Tau.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tau
      Muito interessantes as tuas considerações!
      Como uma análise profunda resultaria em um texto demasiado longo, deixa-me frisar apenas alguns pontos do que escrevemos:
      1. Nós nos desencontramos na escolha dos significados dos dois termos fundamentais.
      Para 'fútil', escolheste como significado mais representativo, a 'superficialidade'; dentre tantos, eu escrevi (e a imagem mostra minha escolha) os significados de 'inútil', 'frívolo' e 'leviano'. Embora eu não veja mérito algum na superficialidade e nos pensamentos, palavras e ações rasos, 'fútil' é para mim muito mais do que isto.
      Para 'inútil', tu escolheste o significado mais restrito de 'o que não é útil'; pela expressão 'não conseguem ater-se a nada mais que... um capricho fútil' perceberás que eu escolhi o senso mais amplo, o de 'irresponsável', 'inconsequente', 'nocivo'.
      2. Toda a tua argumentação passa por fazer-me entender as pessoas símplices, que não se medem e não medem a improdutividade de alguns de seus atos porque são símplices mesmo, ou porque querem um momento de lazer despretensioso, etc. Todo o teu foco é: 'inútil' é um termo forte demais para referir-me aos que não 'produzem' para o coletivo em cada um de seus atos.
      Conquanto utilidade seja maior que inutilidade, proveito seja maior que desproveito, etc, eu não me referi a isto ou a estas pessoas. O lazer, por exemplo, é muito produtivo e muito útil, ainda que, grosso modo, julguemos que não.
      Nem me referi ao simples capricho (eles não são todos úteis ou todos inúteis, mas úteis os que úteis e inúteis os que inúteis, rs). Referi-me ao capricho tão inútil, obstinado e sequencial que chega a caracterizar a pessoa fútil, como é o caso de quem participa de um racha e mata pessoas para ver se é mais veloz que outro fútil. Um racha é inútil no senso mais amplo da palavra; ele é criminoso. Coisas como que tal são inúteis da mesma forma. E quem só consegue pensar nelas para 'distrair-se' é fútil, leviano, parvo. É o que escrevi.
      3. Mas, deixemos a análise, passemos por uma coisa em comum. Gostaste dos meus escritos, amei os teus. Volta muitas vezes.
      Beijosssssssssssssssss (no coração!)

      Excluir

A princípio, responderei a seu comentário, pois considero isso uma parte muito agradável da postagem.